Prefeitura de São Roque do Canaã

São Roque do Canaã


Informações do Ato n.º 289158

Informações Básicas

SituaçãoPublicado
URL de Origem
Data de Publicação31/07/2020
CategoriaPortarias
TítuloPORTARIA Nº 26/2020 - SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE
Arquivo Fonte do Ato1596133571_portaria_0262020__publicao_medicamentos_covid19.pdf
Conteúdo

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO ROQUE DO CANAÃ

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

Rua Olívio Perini, N.º 107, Bairro Cinco Casinhas, CEP: 29665-000 – Telefax: (027) 3729-1775 – São Roque do Canaã – ES

Secretaria Municipal de Saúde – E-mail: [email protected]

PORTARIA N.º 26/2020

DISPÕE SOBRE A PUBLICAÇÃO DAS

ORIENTAÇÕES DO MUNICÍPIO DE SÃO

ROQUE DO CANAÃ PARA TRATAMENTO

MEDICAMENTOSO PRECOCE DE COVID-

19.

A Secretária Municipal de Saúde de São Roque do Canaã – ES, no uso de suas

atribuições legais e,

Considerando a elaboração de Documento Orientador para realização de tratamento

medicamentoso precoce de Covid-19 no âmbito do Município de São Roque do Canaã-ES.

RESOLVE:

1º - Tornar públicas as orientações do Município de São Roque do Canaã para

tratamento medicamentoso precoce de Covid-19.

2º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Cumpra-se, registra-se e publica-se.

São Roque do Canaã – ES, 30 de Julho de 2020.

SABRYNNA BERTI CAETANO Secretaria Municipal de Saúde

Decreto nº 4.567/2020

ORIENTAÇÕES DO MUNICÍPIO DE SÃO ROQUE

DO CANAÃ PARA TRATAMENTO

MEDICAMENTOSO PRECOCE DE COVID-19

JULHO 2020

PREFEITO MUNICIPAL Rubens Casotti

SECRETÁRIA MUNICIPAL DE SAÚDE Sabrynna Berti Caetano

COORDENADORA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA Skarlet Singrid dos Santos Lyrio

GERENTE DE SISTEMAS E PROGRAMAS DE SAÚDE Raimary Spalenza Priori

EQUIPE DE ELABORAÇÃO

Cristina Demuner – Cirurgiã-dentista

Daniele de Souza – Cirurgiã-dentista

Gustavo Roldi Zanetti – Fisioterapeuta

Larissa Azevedo de Barros Roldi – Médica

Luziane Casteluber Rodrigues – Fisioterapeuta

Mariana Carvalho Marianelli – Cirurgiã-dentista

SUMÁRIO

CONSIDERAÇÕES...........................................................................................................04

1. 1. INTRODUÇÃO..............................................................................................................05

2. 2. SINAIS E SINTOMAS..................................................................................................06

3. 3. DIAGNÓSTICO.............................................................................................................08

4. 4. DEFINIÇÕES DE CASOS OPERACIONAIS...........................................................10

5. 5. NOTIFICAÇÃO E REGISTRO...................................................................................15

6. 6. TESTAGEM...................................................................................................................16

7. 7. FASES DA COVID-19...................................................................................................17

8. 8. DEFINIÇÕES DAS FASES..........................................................................................18

9. 9. TERAPIA MEDICAMENTOSA..................................................................................22

10. 9.1 MEDICAÇÕES PARA TRATAMENTO DA COVID-19...........................................22

11. ANEXO I ...........................................................................................................................26

REFERÊNCIAS.................................................................................................................29

CONSIDERAÇÕES

Considerando que cabe ao Ministério da Saúde acompanhar, controlar e avaliar as

ações e os serviços de saúde, respeitadas as competências estaduais e municipais, nos termos

da Constituição Federal e da Lei n° 8.080, de 19 de setembro de 1990;

Considerando que até o momento não existem evidências científicas consolidadas que

possibilitem a indicação de terapia farmacológica específica para a COVID-19;

Considerando a necessidade de uniformização da informação para os médicos das

Unidades Básicas de Saúde;

Considerando a necessidade de reforçar que a auto prescrição dos medicamentos aqui

orientados pode resultar em prejuízos à saúde e/ou redução da oferta para pessoas com

indicação precisa para o seu uso;

Considerando que o Conselho Federal de Medicina recentemente propôs a

consideração da prescrição de cloroquina e hidroxicloroquina pelos médicos, em condições

excepcionais, mediante o livre consentimento esclarecido do paciente, para o tratamento da

COVID-19 (PROCESSO-CONSULTA CFM no 8/2020 – PARECER CFM n° 4/2020);

Considerando os critérios para definição de casos operacionais conforme NOTA

TÉCNICA COVID-19 N° 53/2020 – GEVS/SESA/ES da Secretaria de Estado do Espírito

Santo (SESA) e suas atualizações.

1. INTRODUÇÃO

A COVID-19 é uma doença causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, que apresenta

um quadro clínico que varia de infecções assintomáticas a quadros respiratórios graves. De

acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a maioria dos pacientes com COVID-

19 (cerca de 80%) podem ser assintomáticos e cerca de 20% dos casos podem requerer

atendimento hospitalar por apresentarem dificuldade respiratória e desses casos

aproximadamente 5% podem necessitar de suporte para o tratamento de insuficiência

respiratória (suporte ventilatório).

A transmissão do SARS-CoV-2 acontece de uma pessoa doente para outra por meio de

gotículas respiratórias eliminadas ao tossir, espirrar ou falar, por meio de contato direto ou

próximo, especialmente através das mãos não higienizadas, e pelo contato com objetos ou

superfícies contaminadas.

2. SINAIS E SINTOMAS

Geralmente, o paciente com COVID-19 apresenta quadro de síndrome gripal (SG),

podendo evoluir para síndrome respiratória aguda grave (SRAG). Os sinais e sintomas podem

ser classificados da seguinte forma:

CASOS LEVES

• Síndrome gripal (tosse, dor de garganta ou coriza );

• Diarreia, dor abdominal, febre, calafrios, mialgia, fadiga, cefaleia;

• Distúrbios gustativos e/ou olfativos.

CASOS MODERADOS

• Tosse persistente + febre persistente diária OU tosse persistente + piora progressiva de

outro sintoma relacionado à COVID-19 (adinamia, prostração, hiporexia, diarreia) OU

pelo menos um dos sintomas acima + presença de fator de risco.

CASOS SEVEROS

• Adultos e gestantes: síndrome respiratória aguda grave – síndrome gripal que

apresente: dispneia/desconforto respiratório OU pressão persistente no tórax OU

saturação de O2 menor que 95% em ar ambiente OU coloração azulada de lábios ou

rosto. Em gestantes, observar hipotensão.

• Crianças: taquipneia (≥ 70 rpm para menores do que 1 ano; ≥ 50 rpm para crianças

maiores do que 1 ano); hipoxemia; desconforto respiratório; alteração da consciência;

desidratação; dificuldade para se alimentar; lesão miocárdica; elevação de enzimas

hepáticas; disfunção da coagulação; rabdomiólise; qualquer outra manifestação de

lesão em órgãos vitais.

É importante ressaltar que as crianças, os idosos e as pessoas imunossuprimidas

podem apresentar ausência de febre e sintomas atípicos. Devem-se considerar como

condições e fatores de risco para possíveis complicações da síndrome gripal: Idade > 60 anos,

criança < 5 anos, população indígena aldeada, gestantes, puérperas, obesos (IMC > 40),

diabéticos, doenças cardiovasculares, doenças pulmonares pré-existentes, doença

cerebrovascular, doenças hematológicas, imunossupressão, câncer, uso de corticoides ou

imunossupressores, pacientes com tuberculose, menores de 19 anos com uso prolongado de

AAS, nefropatias.

3. DIAGNÓSTICO

O diagnóstico pode ser feito por investigação clínico-epidemiológica e exame físico

adequado do paciente caso este apresente sintomas característicos da COVID-19. Também é

crucial que se considere histórico de contato próximo ou domiciliar nos últimos14 dias antes

do aparecimento dos sintomas com pessoas já confirmadas para COVID-19. Alto índice de

suspeição também deve ser adotado para casos clínicos típicos sem vínculo epidemiológico

claramente identificável.

Caso o paciente apresente os sintomas, o profissional de saúde poderá solicitar exames

laboratoriais:

 Biologia molecula (PCR em tempo real): permite identificar a presença do vírus

SARS-CoV-2 em amostras coletadas da nasofaringe até o 8º dia de início dos

sintomas. Tem por objetivo diagnosticar casos graves internados e casos leves em

unidades sentinela para monitoramento da epidemia. Segundo a Sociedade Brasileira

de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial, a detecção do vírus por RT-PCR (reação

em cadeia da polimerase com transcrição reversa) permanece sendo o teste laboratorial

de escolha para o diagnóstico de pacientes sintomáticos na fase aguda (entre o 3º e 7º

dia da doença, preferencialmente).

 Imunológico (sorologia por imunocromatografia, teste rápido para detecção de

anticorpo IgM e/ou anticorpo IgG, teste enzimaimunoensaio - ELISA IgM ou

imunoensaio por eletroquimioluminescência - ECLIA IgG): os testes de detecção

de anticorpos contra o SARS-CoV-2 (ou “testes rápidos”) podem diagnosticar doença

ativa ou pregressa. Mesmo validados, é importante saber que os testes rápidos

apresentam limitações e a principal delas é que precisa ser realizado, de forma geral, a

partir do 8º (oitavo) dia do início dos sintomas. É necessário que o caso suspeito ou

contato de caso confirmado de COVID-19 espere esse tempo para que o sistema

imunológico possa produzir anticorpos em quantidade suficiente para ser detectado

pelo teste.

Outros exames laboratoriais e complementares relevantes na COVID-19

 Laboratoriais: hemograma completo, gasometria arterial, coagulograma (TP, TTPA,

fibrinogênio, D-dímero), proteína C-reativa sérica (de preferência ultra sensível);

perfil metabólico completo (AST (TGO), ALT (TGP), Gama-GT, creatinina, ureia,

albumina), glicemia, ferritina, desidrogenase lática, biomarcadores cardíacos

(troponina, CK-MB, Pró-BNP), 25 OH-Vitamina D, íons (Na/K/Ca/Mg),

hemoculturas e culturas de escarro, RT-PCR para SARS-CoV-2, sorologia ELISA

IGM IGG para SARS-Cov-2, teste molecular rápido para coronavírus.

 Complementares: oximetria de pulso, eletrocardiograma e tomografia

computadorizada de tórax.

4 DEFINIÇÃO DE CASOS OPERACIONAIS

(Nota técnica COVID-19 nº 53/2020 – GEVS/SESA/ES)

4.1 CASO SUSPEITO:

 SÍNDROME GRIPAL (SG): indivíduo com quadro respiratório agudo, caracterizado

por pelo menos dois (2) dos seguintes sinais e sintomas: febre (mesmo que referida),

calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza, distúrbios olfativos ou

distúrbios gustativos.

 EM CRIANÇAS: além dos itens anteriores considera-se também obstrução

nasal, na ausência de outro diagnóstico específico.

 EM IDOSOS: deve-se considerar também critérios específicos de agravamento

como sincope, confusão mental, sonolência excessiva, irritabilidade e

inapetência.

 Na suspeita de COVID-19, a febre pode estar ausente e sintomas

gastrointestinais (diarreia) podem estar presentes.

 SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAG): Síndrome Gripal que

apresente: dispneia/desconforto respiratório OU pressão persistente no tórax OU

saturação de O2 menor que 93% em ar ambiente OU coloração azulada dos lábios ou

rosto.

 EM CRIANÇAS: além dos itens anteriores, observar os batimentos de asa de

nariz, cianose, tiragem intercostal, desidratação e inapetência.

4.2 CASO CONFIRMADO DE INFECÇÃO DE COVID-19:

 LABORATORIAL:

 BIOLOGIA MOLECULAR: resultado DETECTÁVEL para SARS-CoV-2

realizado pelo método RT-PCR em tempo real; OU

 IMUNOLÓGICO: resultado REAGENTE para IgM, IgA e/ou IgG* realizado

pelos seguintes métodos:

 Ensaio imunoenzimático (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay -ELISA);

▪Imunocromatografia (teste rápido) para detecção de anticorpos;

 Imunoensaio por Eletroquimioluminescência (ECLIA)

 PESQUISA DE ANTÍGENO: resultado REAGENTE para SARS-CoV-2 pelo

método de Imunocromatografia para detecção de antígeno.

Observação:*Considerar o resultado IgG reagente como critério laboratorial confirmatório

somente em indivíduos sem diagnóstico laboratorial anterior para COVID-19.

 CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO: Caso de SG ou SRAG com histórico de contato

próximo ou domiciliar, nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais e sintomas

com caso confirmado laboratorialmente para COVID-19 e para o qual não foi possível

realizar a confirmação laboratorial.

 CLÍNICO-IMAGEM: Caso de SG ou SRAG ou óbito por SRAG que não foi

possível confirmar por critério laboratorial E que apresente pelo menos uma (1) das

seguintes alterações tomográficas:

 OPACIDADE EM VIDRO FOSCO periférico, bilateral, com ou sem consolidação

ou linhas intralobulares visíveis ("pavimentação"), OU

 OPACIDADE EM VIDRO FOSCO multifocal de morfologia arredondada com ou

sem consolidação ou linhas intralobulares visíveis ("pavimentação"), OU

 SINAL DE HALO REVERSO ou outros achados de pneumonia em organização

(observados posteriormente na doença).

 CLÍNICO: Caso de SG ou SRAG associado à anosmia (disfunção olfativa) OU

ageusia (disfunção gustatória) aguda sem outra causa pregressa, e que não foi possível

encerrar por outro critério de confirmação.

-A classificação final destes casos deverá ser realizada como Caso Confirmado no e-SUS VS.

 POR CRITÉRIO LABORATORIAL EM INDIVÍDUO ASSINTOMÁTICO:

Indivíduo ASSINTOMÁTICO com resultado de exame:

 BIOLOGIA MOLECULAR: resultado DETECTÁVEL para SARS-CoV-2

realizado pelo método RT-PCR em tempo real.

 IMUNOLÓGICO: resultado REAGENTE para IgM e/ou IgA realizado pelos

seguintes métodos:

 Ensaio imunoenzimático (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay -ELISA);

 Imunocromatografia (teste rápido) para detecção de anticorpos.

Observação: Na ocorrência de testagem de assintomáticos com resultado positivo deve-se

notificar o caso como confirmado laboratorialmente e fazer a indicação adequada da

modalidade utilizada para testagem na ficha de notificação.

4.3 CASO DE SG OU SRAG NÃO ESPECIFICADA:

 Caso de SG ou de SRAG para o qual não houve identificação de nenhum outro agente

etiológico OU que não foi possível coletar/processar amostra clínica para diagnóstico

laboratorial, OU que não foi possível confirmar por critério clínico-epidemiológico,

clínico-imagem ou clínico.

 A classificação final destes casos deverá ser mantida como Caso Suspeito no e-SUS

VS e a ficha deve ser encerrada após 14 dias, a contar da data de início dos sintomas,

se o Caso Suspeito estiver assintomático a no mínimo 72 horas.

Observação: Se o Caso Suspeito sem confirmação laboratorial e sem vinculação

epidemiológica permanecer sintomático ao final do isolamento deverá ser submetido a uma

nova avaliação médica.

4.4 CASO DESCARTADO DE DOENÇA PELO COVID-19

 Caso que se enquadre na definição de suspeito E apresente resultado de RT-PCR

negativo para SARS-CoV2 (coletado dentro da janela de indicação);OU

 Caso que se enquadre na definição de suspeito E apresente resultado de teste

sorológico negativo, por metodologia validada, para SARS-CoV2 (realizado conforme

indicação, descritas no item 3desta nota); OU

 Caso de SRAG para o qual houve identificação de outro agente etiológico confirmada

por método laboratorial específico, excluindo-se a possibilidade de uma co-infecção,

OU confirmação por causa não infecciosa, atestada pelo médico responsável.

A classificação final destes casos deverá ser realizada como Caso Descartado no e-

SUS VS.

Observação: Caso o paciente seja submetido a mais de um teste diagnóstico, por metodologia

validada, deve ser considerado o teste positivo para a classificação final do caso.

4.5 CASO EXCLUÍDO DE DOENÇA PELO COVID-19

Serão classificados como excluídos aqueles que apresentarem duplicidade OU que não

se enquadrem em uma das definições de caso acima OU casos que foram notificados e que

não foram colhidas amostras no período anterior ao de transmissão comunitária.

4.6 CASO CURADO DA DOENÇA PELO COVID-19

Diante das últimas evidências compartilhadas pela OMS e países afetados, o

Ministério da Saúde define que são curados:

 Casos em isolamento domiciliar: casos confirmados que passaram por 14 dias em

isolamento domiciliar, a contar da data de início dos sintomas E que estão

assintomáticos a no mínimo 72 horas.

 Casos em internação: diante da avaliação médica.

Observação: a liberação do paciente deve ser definida de acordo com o Plano de Contingência

local, a considerar a capacidade operacional, podendo ser realizada a partir de visita

domiciliar ou avaliação remota (telefone ou telemedicina).

5. NOTIFICAÇÃO E REGISTRO

Os casos de síndrome gripal são notificados no sistema e-SUS VS, e os de SRAG nos

sistemas SIVEP-Gripe e e-SUS VS.

As notificações são realizadas pelos profissionais de saúde das Unidades Básicas de

Saúde, Pronto Atendimento, Vigilância Epidemiológica, profissionais de laboratórios e

instituições de saúde do setor público ou privado, em todo o território nacional, os mesmos

devem notificar todos os casos suspeitos ou confirmados, além de óbitos por SRAG

(independente de hospitalização), que serão notificados nos dois sistemas.

6. TESTAGEM

Os testes para investigação de infecção de COVID 19 apresentam sensibilidades e

indicações diferentes, de acordo com o estágio da infecção. Devido a isso, o município de São

Roque do Canaã disponibiliza quatro (4) tipos diferentes de testes.

 SWAB NASO-OROFARINGEO: método de análise RT-PCR em tempo real, é

realizado com amostra de swab de naso-orofaringeo, com indicação de realização

entre o 4º ao 7º dia do início dos sintomas, sendo eficaz na fase aguda da infecção.

Sendo a coleta realizada nas Unidades Básicas de Saúde do município e analisado pelo

LACEN ES, conforme critérios do protocolo estadual especificados na Nota Técnica

nº 53/2020.

 TESTE RÁPIDO IGG: método de análise a partir de sangue total, soro ou plasma,

com indicação de realização a partir do 9º dia do início dos sintomas. Sendo a coleta

realizada nas Unidades Básicas de Saúde do município e no Pronto Atendimento,

conforme critérios do protocolo estadual especificados na Nota Técnica nº 53/2020.

 TESTE RÁPIDO AG – SWAB NASO-FARINGE: teste rápido imunocromatográfico

para pesquisa de antígeno (Ag), realizado com amostra de swab de nasofaringe, com

indicação de realização entre o 4º ao 6º dia do início dos sintomas, sendo eficaz na

fase aguda da infecção. Sendo a coleta realizada nas Unidades Básicas de Saúde do

município e no Pronto Atendimento, conforme critérios definidos no documento

orientador municipal.

 TESTE RÁPIDO IGM/IGG: teste rápido imunocromatográfico para pesquisa de

IgM/IgG, método de análise a partir de sangue total, soro ou plasma, com indicação de

realização a partir do 9º dia do início dos sintomas. Sendo a coleta realizada nas

Unidades Básicas de Saúde do município e no Pronto Atendimento, conforme critérios

definidos no documento orientador municipal.

7. FASES DA COVID-19

FASE 1

Viral Duração média de

até 05 dias

Ambulatorial

FASE 2 Fase Inflamatória

2A

A partir do 5° dia Sem hipóxia Ambulatorial

Fase Inflamatória

2B

A partir do 7° dia Com hipóxia Preferencialmente

hospitalar

FASE 3 Hiperinflamatória A partir do10° dia Obrigatoriamente hospitalar

8. DEFINIÇÕES DAS FASES

FASE 1 VIRAL DURAÇÃO MÉDIA DE ATÉ 5 DIAS

Formas de

apresentação: Sintomas, sinais e exames indicados.

Assintomático: Nesse período o indivíduo, sem restrições na vida normal, é

responsável pela maior disseminação da doença.

Sintomático

 Temperatura maior ou igual a 37,8°C;

 Cefaleia resistente a drogas analgésicas comuns;

 Astenia;

 Anosmia;

 Ageusia.

Exames laboratoriais

Leucopenia, leucocitose e linfopenia leve.

Linfopenia é o achado mais comum em mais de 80%

dos casos descritos.

Outros exames laboratoriais em geral são normais

Aumento de gama-GT pode ser anterior ao aumento das

transaminases (transaminite).

O D-dímero se aumentado nessa fase indica início da fase 2A.

Relação neutrófilos/linfócitos (valor normal 0,78- 3,53) é um

marcador de inflamação subclínica.

Radiografia de tórax

(menos sensível que a

T.C)

Os achados não são específicos e o exame pode ser normal na

fase inicial da doença em até 70% dos casos.

TC de tórax, sem

contraste, alta

resolução e janela para

parênquima

Normal ou opacidades em vidro fosco com distribuição

subpleural, periférica, de localização variável, difusa ou com

discreta predominância nas bases pulmonares.

Adenomegalia hilar ou mediastinal muito rara.

Derrame pleural pouco frequente; se presente é

pequeno ou moderado.

Replicação viral crescente ao longo dos dias. Resposta inflamatória inicial.

FASE 2A

(sem hipóxia) INÍCIO: A PARTIR DO 5° DIA

Formas de

apresentação:

Tosse seca (sem dispneia)

Temperatura maior que 37,8ºC

Mialgia

Artralgia

Calafrios

Hipotermia

Saturação de O2 pelo oxímetro digital normal.

Exames laboratoriais:

Linfopenia mais acentuada. Plaquetopenia discreta.

Aumento progressivo de D-dímero e marcadores inflamatórios

(PCR, VSH e outros).

Aumento de transaminases.

Exames laboratoriais

adicionais:

Aumento moderado de interleucina 6, procalcitonina e

troponina.

Saturação de O2 pelo oxímetro digital normal.

Radiografia de tórax

(menos sensível que a

T.C.)

O acometimento pulmonar é subestimado pela baixa

sensibilidade.

Os achados nessa fase incluem opacidades de espaço aéreo

(alveolares) ou infiltrado alvéolo-intersticial, multilobares e

bilaterais.

TC de tórax, sem

contraste,

alta resolução e janela

para parênquima

Opacidades em vidro fosco (VF) bilaterais, periféricas,

multilobares, em qualquer segmento pulmonar.

Opacidades em vidro fosco (VF) associadas a consolidação,

ainda periféricas, espessamento de septo inter e intralobular,

caracterizando o aspecto de pavimentação em mosaico

irregular (PMI).

Diminuição da replicação viral e intensificação da resposta inflamatória.

FASE 2B

(com hipóxia) INÍCIO: A PARTIR DO 7° DIA - RESULTADOS

Formas de

apresentação

 Limitação física para as atividades normais

 Aumento da frequência respiratória >24ipm (incursões por

minuto)

 Dispneia leve

 Arritmia cardíaca, taquicardia ou crises hipertensivas súbitas

Hipóxia (oxímetro digital). Menor que 96 % para jovens. Menor

que 93% para idosos.

Exames laboratoriais:

Linfopenia maior.

Plaquetopenia. Se importante e progressiva piora o prognóstico.

Relação neutrófilos/ linfócitos: marcador de inflamação

subclínica (normal : 0,78 a 3,53). A elevação se relaciona a pior

prognóstico.

Aumento de transaminases.

Aumento moderado de CPK, DHL e PCR.

Aumento progressivo de D-dímero e outros marcadores de

inflamação.

Aumento de fibrinogênio.

Exames laboratoriais

adicionais: Aumento moderado de troponina.

Radiografia de tórax

(menos sensível que a

T.C.)

Opacidades alveolares multilobares e bilaterais melhor

individualizadas.

TC de tórax, sem

contraste,

alta resolução e janela

para parênquima

Opacidades em vidro fosco (VF) bilaterais, periféricas,

multilobares, em segmentos pulmonares associadas a

consolidação, ainda periféricas. O espaço aéreo pode ser

inundado e atingir porções mais centrais dos pulmões.

Espessamento do septo inter e intralobular (pavimentação em

mosaico irregular - PMI).

Lesões do tipo “sinal de halo” (consolidação circundada por

uma “nuvem” de vidro fosco).

As opacidades em vidro fosco podem ser referidas em

percentuais ou escores que estão relacionados à severidade da

doença.

Finalização da replicação viral com inflamação pulmonar e hipóxia.

FASE 3 Hiperinflamatória

A partir do 10º dia e tratamento obrigatoriamente hospitalar

Formas de apresentação:

Síndrome Respiratória Aguda Grave. Insuficiências Cardíaca

e Renal.

Linfohistiocitose hemofagocítica secundária (LHS).

Hepatomegalia e Esplenomegalia.

Aumento de linfonodos.

Rash cutâneo (considerar o diagnóstico diferencial com

arboviroses). Sepse.

Sangramento anormal. Febre acima de 38,5º C.

Complicações cardíacas (miocardite, Infarto agudo do

miocárdio). Choque.

Microtrombose sistêmica.

Alterações hematológicas tipo Tromboembolismo Pulmonar e

Síndrome de Coagulação Intravascular

Disseminada.

Exames laboratoriais:

Citopenias progressivas.

Plaquetopenia. Se importante e progressiva piora o

prognóstico. Relação neutrófilos/ linfócitos: marcador de

inflamação subclínica (normal: 0,78 a 3,53). A elevação se

relaciona a pior prognóstico. Alterações de função hepática e

renal.

Aumento de troponina.

Aumento da CPK.

Aumento dos marcadores inflamatórios. Aumento do D-

dímero.

Hipóxia: Hipóxia (oxímetro digital) Menor que 96 % para jovens.

Menor que 93% para idosos.

Radiografia de tórax

(menos sensível que a

T.C)

Opacidades alveolares multilobares e bilaterais melhor

individualizadas.

TC de tórax, sem

contraste, alta resolução e

janela para parênquima

Pico do envolvimentos parenquimatoso.

Opacidades em vidro fosco (VF) e consolidativas bilaterais

ainda predominantes na periferia, gradativamente ocupando

todos os segmentos (piora clínica). O grau de insuficiência

renal e congestão pulmonar se relaciona ao grau de

acometimento intersticial, podendo haver derrame pleural e

bandas parenquimatosas residuais.

“Sinal do halo invertido”, cuja característica é o vidro fosco

no centro, delimitado total ou parcialmente, por um anel de

consolidação infere pneumonia em organização.

A partir do 14º dia as características são da fase de absorção: o

padrão de PMI tende a desaparecer, as pacidades tipo vidro

fosco e espessamento brônquico podem desaparecer

paulatinamente ou evoluir para fibrose.

O grau de sequelas no parênquima pulmonar nos

sobreviventes será observado no seguimento evolutivo.

Intensificação da resposta inflamatória e cascata da coagulação.

9. TERAPIA MEDICAMENTOSA

O município traz orientações sobre o manejo de tratamento precoce em pacientes com

diagnóstico da COVID-19, conforme a classificação dos sinais e sintomas. Pacientes que

apresentem sinais e sintomas graves serão encaminhados para internação hospitalar.

A utilização de medicamentos está condicionada à avaliação médica, que será

realizada por profissional da UBS de referência do paciente ou do Pronto Atendimento, com a

realização de anamnese, exame físico e exames complementares. A prescrição

medicamentosa fica a critério médico, podendo ser prescrita a pacientes sob suspeita de

COVID-19, sendo necessária também a vontade declarada do paciente. Nesse caso, o

paciente ou seu responsável deverá ter ciência e assinar uma autorização para realizar o

tratamento, e o médico deverá assinar uma declaração que informa que os medicamentos

(cloroquina ou hidroxicloroquina) podem ter efeitos colaterais e não têm eficácia

comprovada, apesar de evidências de bons resultados conforme literatura e várias

experiências positivas com a indicação do tratamento precoce. Tais documentos foram

elaborados tomando como base o modelo disponibilizado pelo Ministério da Saúde (ANEXO

I).

9.1 MEDICAÇÕES PARA TRATAMENTO DA COVID-19

Avaliar caso a caso as contraindicações destas medicações para cada paciente. Avaliar a

necessidade de novos ECGs durante o período do tratamento, sobretudo em pacientes de

risco. As medicações Hidroxicloroquina e Azitromicina deverão ser administradas em

horários diferentes do dia.

FASE 1 FASE VIRAL - ATÉ 5 DIAS RECOMENDAÇÕES

HIDROXICLOROQUINA

(HCQ) 400mg

OU

CLOROQUINA 150mg

HIDROXICLOROQUINA

Primeiro dia – 01 comprimido de

12/ 12 horas.

Do segundo ao quinto dia – 01

comprimido de 24/24 horas

OU

CLOROQUINA

Primeiro dia – 02 comprimidos

de 12/12 horas.

Do segundo ao quinto dia – 02

comprimidos de 24/24 horas.

Recomendamos ECG

Prévio.

Considerar a mudança

da dose em pacientes

portadores de doenças

crônicas hepáticas ou

renais e em pacientes

com maior risco de

arritmias cardíacas.

AZITROMICINA 500mg

01 comprimido diariamente por

05 dias, de manhã.

Evitar uso com Taxa de

Filtração Glomerular

abaixo de 10 mg/dL.

Não administrar com

Amiodarona e Sotalol.

Pode aumentar níveis de

Digoxina.

ZINCO (Sulfato de zinco

quelado) 100mg

01 comprimido ao dia por 05

dias.

IVERMECTINA 6mg

01 comprimido de 6mg a cada

30kg (dose única).

Máximo de 02 comprimidos.

Não usar em crianças

menores que 2 anos de

idade e peso abaixo de

15 kg.

CORTICOTERAPIA Prednisona 20mg, 01

comprimido via oral 01 vez ao

dia por 05 dias;

OSELTAMIVIR 75mg 01 comprimido de 12/12hs por

05 dias

Até exclusão de

influenza.

FASE 2A

(sem hipóxia) A PARTIR DO 5° DIA RECOMENDAÇÕES

HIDROXICLOROQUINA

(HCQ) 400mg

OU

CLOROQUINA 150mg

HIDROXICLOROQUINA

Primeiro dia – 01 comprimido de

12/ 12 horas.

Do segundo ao quinto dia – 01

comprimido de 24/24 horas à

noite.

OU

CLOROQUINA

Primeiro dia – 02 comprimidos

de 12/12 horas.

Do segundo ao quinto dia – 02

comprimidos de 24/24 horas à

noite.

Recomendamos ECG

Prévio.

Considerar a mudança

da dose em pacientes

portadores de doenças

crônicas hepáticas ou

renais e em pacientes

com maior risco de

arritmias cardíacas.

AZITROMICINA 500mg

01 comprimido diariamente por

05 dias, de manhã.

Evitar uso com Taxa

de Filtração

Glomerular abaixo de

10 mg/dL. Não

administrar com

Amiodarona e Sotalol.

Pode aumentar níveis

de Digoxina.

ZINCO (Sulfato de zinco

quelado) 100mg

01 comprimido ao dia por 05

dias.

IVERMECTINA 6mg

01 comprimido de 6mg a cada

30kg (dose única).

Máximo de 02 comprimidos.

Não usar em crianças

menores que 2 anos de

idade e peso abaixo de

15 kg.

CORTICOTERAPIA Prednisona 20mg, 01

comprimido via oral 01 vez ao

dia por 05 dias;

OSELTAMIVIR 75mg 01 comprimido de 12/12hs por

05 dias

Até exclusão de

influenza.

FASE 2B

(com hipóxia) A PARTIR DO 7° DIA RECOMENDAÇÕES

Indicamos internação hospitalar.

Acompanhado de exames prévios e atualizados, acompanhado do ECG prévio e atualizado.

OBS: Se realizado RAIO-X, encaminhar em anexo e atualizar.

ANEXO I

TERMO DE CIÊNCIA E CONSENTIMENTO PARA USO DE

CLOROQUINA/HIDROXICLOROQUINA PARA COVID-19

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

Fui devidamente informado (a), em linguagem clara e objetiva pelo (a) médico (a), de

que as avaliações médicas ou laboratoriais revelaram possibilidade de comprovação de

diagnóstico: COVID-19, causada pelo Coronavirus SARS-CoV-2.

E com base neste diagnóstico me foi orientado o seguinte tratamento/procedimento:

Cloroquina ou Hidroxicloroquina em associação com Azitromicina.

O PROCEDIMENTO, SEUS BENEFÍCIOS, RISCOS E ALTERNATIVAS

Fui devidamente informado (a), em linguagem clara e objetiva pelo (a) médico (a),

que:

1. A cloroquina e a hidroxicloroquina são medicamentos disponíveis há muitos anos para

prevenção e tratamento de malária e também para tratamento de algumas doenças reumáticas

como artrite reumatoide e lúpus. Investigadores chineses demostram a capacidade dessas

drogas de inibir a replicação do Coronavirus em laboratório (in vitro). Um estudo francês

mostrou que a eliminação do Coronavirus da garganta de portadores da COVID-19 se deu de

forma mais rápida com a utilização da combinação de hidroxicloroquina e o antibiótico

azitromicina, quando comparados a pacientes que não usaram as drogas. Entretanto, não há,

até o momento, estudos suficientes para garantir certeza de melhora clínica dos pacientes com

COVID-19 quando tratados com cloroquina ou hidroxicloroquina;

2. A cloroquina e a hidroxicloroquina podem causar efeitos colaterais como redução dos

glóbulos brancos, disfunção do fígado, disfunção cardíaca e arritmias, e alterações visuais por

danos na retina;

3. O Ministério da Saúde, apesar de considerar o medicamento como experimental, liberou a

cloroquina para uso em pacientes leves, graves e internados ou não, a critério da equipe

médica.

Compreendi, portanto, que não existe garantia de resultados positivos para a COVID-

19 e que o medicamento proposto pode inclusive apresentar efeitos colaterais;

Estou ciente de que o tratamento com cloroquina ou hidroxicloroquina pode causar os

efeitos colaterais descritos acima e outros menos graves ou menos frequentes, os quais podem

levar a disfunção grave de órgãos, ao prolongamento da internação, a incapacidade temporária

ou permanente e até ao óbito;

Também fui informado (a) que, independente do uso da cloroquina ou

hidroxicloroquina associada, será mantido o tratamento padrão e comprovadamente benéfico,

que pode incluir medidas de suporte da respiração e oxigenação, ventilação mecânica, drogas

para sustentar a pressão e fortalecer o coração, hemodiálise e antibióticos, entre outras

terapias oferecidas a pacientes que estão criticamente doentes.

AUTORIZAÇÃO DO PACIENTE OU RESPONSÁVEL

Por livre iniciativa, aceito correr os riscos supramencionados e dou

permissão/autorização voluntária para que os medicamentos sejam utilizados de forma como

foi exposto no presente termo;

Esta autorização é dada ao (a) médico (a) abaixo identificado (a), bem como ao (s)

seus (s) assistente (s) e/ou outro (s) profissional (is) por ele selecionado (s);

Tive a oportunidade de esclarecer todas as minhas dúvidas relativas ao(s)

procedimento(s), após ter lido e compreendido todas as informações deste documento, antes

de sua assinatura;

Apesar de ter entendido as explicações que me foram prestadas, de terem sido

esclarecidas todas as dúvidas estando plenamente satisfeito (a) com as informações recebidas,

reservo-me o direito de revogar este consentimento antes que o (s) procedimento (s), objeto

deste documento, se realize (m).

São Roque do Canaã, _____ de ____________ de 2020.

____:___ (hh:min)

( ) Paciente ( ) Responsável

Nome completo:__________________________________________________

CPF:___________________________________

CNS:___________________________________

Assinatura:______________________________________________________

DECLARAÇÃO DO MÉDICO RESPONSÁVEL

CONFIRMO que expliquei detalhadamente para o (a) paciente e/ou seu (s) familiar

(es), ou responsável (eis), o propósito, os benefícios, os riscos e as alternativas para o

Tratamento (s)/procedimento (s) acima descritos, respondendo as perguntas

formuladas pelos mesmos, e esclarecendo que o consentimento que agora é concedido e

firmado poderá ser revogado a qualquer momento antes do procedimento. De acordo com o

meu entendimento, o paciente ou seu responsável está em condições de compreender o que

lhes foi informado.

São Roque do Canaã, ______ de ______________ de 2020.

___:___ (hh:min)

( ) Paciente ( ) Responsável

Nome completo:__________________________________________________

CPF:___________________________________

CNS:___________________________________

Assinatura:______________________________________________________

REFERÊNCIAS

BRASIL. Ministério da Saúde. Corona vírus COVID-19. Disponível em: <

https://coronavirus.saude.gov.br/sobre-a-doenca>. Acesso em 06 jul 2020.

BRASIL. Ministério da Saúde. Orientações para manejo de pacientes com COVID-19.

Disponível em: <https://coronavirus.saude.gov.br/manejo-clinico-e-tratamento>. Acesso em

06 jul 2020.

BRASIL. Ministério da Saúde. Orientações para manuseio medicamentoso precoce de

pacientes com diagnóstico da COVID-19. Disponível em:

<https://coronavirus.saude.gov.br/manejo-clinico-e-tratamento>. Acesso em 06 jul 2020.

SESA. Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo. Nota técnica COVID-19 nº 53/2020

– GEVS/SESA/ES. Disponível em: <https://saude.es.gov.br/coronavirus_notas_tecnicas>.

Acesso em 16 jul 2020.